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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Vagas para trabalhar em qualquer lugar do mundo

O sonho de conhecer outros países parece distante, mas o número de oportunidades de trabalho ao redor do mundo pode torná-lo realidade.



Sites como Worldpackers, WWOOF, Workaway, HelpX, HouseCarers e TrustedHousesitters oferecem hospedagem e alimentação em troca de trabalho voluntário.


Além de reduzir os custos da viagem consideravelmente, o intercâmbio de trabalho possibilita uma imersão cultural ainda maior pela vivência do dia-a-dia no país escolhido.


“O conceito de work exchange é basicamente trabalhar em alguma área – pode ser em projetos ambientais, em educação de crianças ou adultos, em turismo e hotelaria, em fazendas e produções agrícolas, e muitas outras – em troca de hospedagem e alimentação.”


Outra opção muito utilizada para baratear os custos do turismo são os trabalhos temporários em navios de cruzeiro, estações de ski, parques, bares, restaurantes e hotéis, que podem ser encontrados através dos sites Anywork Anywhere, SummerJobs e PickingJobs.

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sexta-feira, 3 de março de 2017

O Fim do Sonho Americano

Em uma série de entrevistas realizadas durante quatro anos, o linguista, filósofo e cientista político Noam Chomsky discute como a concentração de riqueza e poder entre uma pequena elite polarizou a sociedade americana e provocou o declínio da classe média.


Chomsky aborda a economia, política e sociedade, baseado em 10 princípios da concentração de riqueza e poder, que foram colocados em prática pela elite americana nos últimos anos para transformar os Estados Unidos em uma plutocracia (sistema político no qual o poder é exercido pelo grupo mais rico), não mais numa democracia.



Seguindo a receita neoliberal, a riqueza se mantém na mão de poucos enquanto os demais trabalham para manter o sistema funcionando.
  1. Reduzir a democracia
  2. Moldar a ideologia
  3. Redesenhar a economia
  4. Deslocar o fardo de sustentar a sociedade para os pobres e classe média
  5. Atacar a solidariedade
  6. Controlar os reguladores
  7. Controlar as eleições
  8. Manter a ralé na linha
  9. Fabricar consensos e criar consumidores
  10. Marginalizar a população
Com os custos de direitos básicos, como moradia, saúde e educação cada vez mais altos, o sonho americano de enriquecer através do trabalho se torna praticamente inacessível.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Pergunta importante na hora de votar: Quanto custa o seu candidato?

Não é fácil encontrar candidatos que valem o voto, mas algumas iniciativas ajudam a descobrir quanto o político realmente custa aos cofres públicos.


De acordo com o site Congresso em Foco, os deputados federais custam R$ 1 bilhão por ano. Isso porque além de salário e diversos benefícios como auxílio-moradia, também recebem um valor entre 30 e 45 mil por mês para usar com despesas pessoais.

A cota parlamentar inclui passagens aéreas, fretamento de aeronaves, alimentação do parlamentar, cota postal e telefônica, combustíveis e lubrificantes, consultorias, divulgação do mandato, aluguel e demais despesas de escritórios políticos, assinatura de publicações e serviços de TV e internet, contratação de serviços de segurança.

Legalmente, é permitido gastar à vontade desde que sejam comprovados através de nota fiscal, o que já abre margem para desperdício de dinheiro público. Além disso, não são poucos que apresentam notas superfaturadas e desviam dinheiro apresentando notas frias.

A transparência e o acesso à informação estão previstos como direito do cidadão e dever do Estado na nossa Constituição Federal e em diversos normativos, como a Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF (Lei Complementar n.º 101/00), a Lei da Transparência (Lei Complementar nº 131/09), e, mais recentemente, a Lei de Acesso à Informação - LAI (Lei nº 12.527/11).

Aproveitando esses dados, grupos de ativistas como a Operação Política Supervisionada e Operação Serenata de Amor prestam um excelente serviço à população apurando irregularidades e forçando parlamentares a devolverem indenizações indevidas.


Agora, cabe a cada um de nós fiscalizar e escolher candidatos que não desperdiçam nem desviam dinheiro público.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

ONG brasileira quer acabar com a fome plantando hortas comunitárias nas cidades

Cidades Sem Fome é uma organização não governamental (ONG) que desenvolve projetos de agricultura sustentável em áreas urbanas e rurais, baseados nos princípios da produção orgânica. Seu objetivo é levar a autossuficiência financeira e de gestão para os beneficiários dos projetos.



Criada em São Paulo em 2004 por Hans Dieter Temp, a CSF desenvolve projetos de hortas comunitárias, hortas escolares e estufas agrícolas utilizando espaços, áreas públicas e particulares precárias que não possuem uma destinação específica, para criar oportunidades de trabalho para pessoas em vulnerabilidade social e melhorar a situação alimentar e nutricional de crianças e adultos.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Neoliberalismo – a doutrina que todos seguem e ninguém assume

Entre os artigos mais populares do ano do jornal britânico The Guardian está um trecho do livro How Did We Get into This Mess?, do jornalista George Monbiot. Intitulado Neoliberalismo – a ideologia na raiz de todos os nossos problemas, o texto chama a atenção para a dificuldade de se combater uma doutrina que ninguém conhece.


Adotado em praticamente todas as democracias, o neoliberalismo estabelece privatizações, permite monopólios e reduz direitos dos cidadãos. Também é responsável pelo aumento da desigualdade social, colapso financeiro e desastres ambientais como consequências.

Ainda mais assustador é o fato de não haver alternativa viável proposta nem mesmo pelos partidos de esquerda, que também adotaram a mesma política econômica. Estariam Ronald Reagan e Margaret Tatcher certos ao afirmar que não há alternativa?